segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Quero ser Carrie Bradshaw



Um sonho: ser Carrie Bradshaw. Por quê? Pra viver em Nova York, ter uma coluna num jornal de grande circulação, morar num apartamento fofo (mesmo bagunçado), ter todos os pares de Manolo Blahnik que eu quiser, ser chique mesmo descabelada, pensar em voz alta sem parecer maluca e ter um Mr. Big pra chamar de meu.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Meio palco, meio plateia


Ao longo de alguns anos, resisti bravamente à criação de um blog. Sempre achei uma tremenda bobagem. Para mim, isso não passava de coisa de gente que tenta a todo custo aparecer. Minha opinião não mudou muito, mas passei a cogitar a ideia de ter um, só que por um motivo mais específico que falarei depois.

Vi muitas bobagens, mas também vi coisas bem legais por aqui. Acho que isso me entusiasmou e me fez ver que um blog pode sim ser um canal bacana. Não sei em qual dos modelos eu me enquadro, mas resolvi correr o risco.

Primeira barreira: a criação do título, tarefa que jogou por terra todas as minhas esperanças de me tornar alguém realmente original. Todos os mais criativos já existiam! Fiquei frustradíssima. Além disso, tem ainda a vergonha de divulgar sem parecer patética e tudo aquilo que sempre abominei. Pensando bem, desconsidero esta possibilidade, embora o barato seja escrever e esperar que alguém leia, goste, critique, opine. O retorno parece bom, mas a ideia de divulgar algo tão despretensioso e sem conteúdo técnico, rico, culto, sofisticado ou qualquer coisa que valha é, a meu ver, um tanto desestimulante.

Não tenho a intenção de parecer interessante, inteligente, tampouco tenho pretensões profissionais, mas acho que um blog pode funcionar com uma válvula de escape, um canal para que eu fale o que der vontade. Acho pouco provável que alguém se interesse em me acompanhar, mas aí a história é outra e quando eu tiver paciência, explicarei com calma (para quem mesmo, hein?).

Enfim, a estreia. Agora faço parte dessa massa que faz com gosto seu monólogo mesmo diante de uma plateia vazia. O que vale é a ilusão da quarta parede lotada.

Até!

PS: Estou me adaptando às novas regras ortográficas, ok? Ainda não sei todas de cor e estou sem pressa para isso.