sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Paredão


Prova de resistência não é aquilo que tem lá no BBB. Prova de resistência é você acordar decidida a ficar um tempo sem comer pão e o lanche do seu trabalho ser cachorro-quente. Fui pro paredão.

Ah, meus 20 anos...

Um recado às amigas de 20 e poucos anos: aproveitem a juventude, época em que comer não significa engordar a cada mordida de sanduíche. Depois dos 30, o drama de não conseguir entrar nas calças e ver todas as tentativas para perder peso fracassarem é inevitável. Cedo ou tarde, todas nós viveremos ele. Eu tô vivendo o meu agora.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Intimidade forçada

Poucas coisas são tão constrangedoras quanto a intimidade forçada que um trem lotado proporciona. Hoje, por exemplo, eu vim pendurada no pescoço de um tiozinho que parecia gostar de toda aquela proximidade. E a vontade de rir sozinha daquela situação, gente? Como lidar? É preciso ter autocontrole, cantarolar mentalmente uma música qualquer e fingir que aquilo tudo é muito normal.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Chegadas e Partidas


Ontem eu vi uma história tão triste no "Chegadas e Partidas" que decidi não reclamar da minha vida por bobagem. O velho e bom clichê "o importante é ter saúde" me basta. Pra mim, pra minha família e pros meus amigos, é claro. A gente sabe disso, mas parece que às vezes esquece, né? Se algum dia eu chiar por qualquer besteira, vcs prometem que me darão um puxão de orelha? Então, tá. Ficamos combinados assim.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Profissão: esotérica charlatã


Se nada der certo, vou virar esotérica que prevê o futuro dos famosos a cada novo ano. O que uma esotérica precisa? Precisa ficar ligada nos sites de fofoca, a par do comportamento das celebridades e chutar uma coisa bem vaga pro futuro delas. Farei isso no começo e no fim do ano, até porque nos outros meses, eu pretendo investir em algo ainda mais rentável: vender pipoca na Praça XV.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Feliz Por Nada

Não sou muito chegada a frases feitas, a citações, mas às vezes eu me rendo a elas. Agora, por exemplo, tô com vontade de citar Martha Medeiros. Comecei a ler um de seus livros nas idas e voltas do trabalho. Ler dentro de um vagão de trem – território onde funkeiros, pagodeiros, pregadores e vendedores de picolé Moleka convivem numa espantosa harmonia –, está longe de ser uma tarefa simples. Acho que mereço uma medalha por esta minha incrível capacidade de concentração.
É da crônica "Feliz Por Nada", que dá nome ao livro, a frase de efeito que eu escolhi: "Porque felicidade é calma. Consciência. É ter talento pra aturar o inevitável, é tirar algum proveito do imprevisto (...)". Soa como autoajuda, né? É um pouco. As crônicas dela têm algum parentesco com o gênero, mas sou tão fã da maneira elegante e delicada com que ela fala do corriqueiro a ponto de quase comover sem ser piegas, que eu acho bonito.
É isso, gente. Não sei vocês, mas eu tenho tirado proveito dos imprevistos. E tô feliz à beça.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Alô, haters!


A vocês, patrulheiros, um aviso: assisto ao BBB e, pasmem, leio livros. Sou adepta da autoavacalhação, finjo ser culta e sei quanto tá o quilo do feijão. Ah, sei usar crase! Beijo e me bloqueia.